sábado, 10 de dezembro de 2011

Código Florestal poderá entrar em vigor só em 5 anos

Governo terá cerca de 2 anos para criar Cadastro Ambiental Rural (CRA) e produtor mais 2 anos para aderir ao cadastro

por Texto Luciana Franco
 Shutterstock
A lei que institui o novo Código Florestal, se sancionada este ano, deverá entrar em vigor somente em cerca de cinco anos. Isso porque o governo federal terá um ano para criar o Cadastro Rural Ambiental (CRA), período que pode ser prorrogado em mais um ano. Depois de desenvolvido o CRA, o agricultor terá mais um ano para se inscrever no cadastro, período que também pode ser prorrogado em mais um ano. Feita a adesão por parte do produtor, o estado terá que analisar cada inscrição para posteriormente chamar os agricultores para assinar o compromisso, o que pode levar mais um ano.

Antes disso, no entanto, haverá a regulamentação do projeto na forma de lei. “Depois de tanto tempo entre as discussões com a sociedade, na Câmara dos Deputados e no Senado, entendemos que o agricultor brasileiro finalmente terá mais segurança jurídica”, avalia Assuero Doca Veronez, presidente da Comissão de Meio Ambiente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), que espera um convite do Ministério de Meio Ambiente para discutir o regulamento da lei.

Veronez informa ainda que será investido R$ 1 bilhão em três novos satélites de fiscalização com excelente grau de acuidade. “Olhando para o futuro entendemos que a nova lei será bem mais severa e com maior punição para quem desmatar de maneira irregular”, diz. Veronez acredita, no entanto, que quem sai perdendo com o novo Código é a Amazônia. “Partimos da aceitação de 80% de Reserva Legal (RL) na Amazônia – que era 50% - sem reação, e o agricultor que tiver que recuperar APP nesta região terá um ônus altíssimo, pois a malha hidrográfica é muito intensa. Com isso, a Amazônia vai ficando com uma quantidade extraordinária de florestas, mas sem resultados financeiros para as pessoas que moram lá. Acredito que a região sofrerá nos próximos anos com a falta de desenvolvimento”, diz.



     FONTES : GLOBO RURAL.

Desmatamento na Amazônia cai 11%

Desmatamento na Amazônia cai 11%

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

DECOMPOSIÇÃO DO LIXO

A poluição constante das águas do rio, do solo e do ar está causando muitos efeitos nocivos à nossa saúde e ao meio Ambiente. Muitos materiais podem ser reaproveitados. O plástico, vidro, papel e metais, podem ser reciclados e transformados em produtos novos, com um custo bem mais baixo ao consumidor.
Por isso, prefira sempre adquirir produtos em embalagens recicláveis. Elas economizam energia elétrica, poluem menos e utilizam menos recursos naturais não renováveis para a sua fabricação. Veja a seguir o tempo que cada material leva para se decompor:
Lixo Tempo de decomposição
Cascas de frutas de 1 a 3 meses
Papel 03 a 06 meses
Pano de 6 meses a 1 ano
Chiclete 05 anos
Filtro de cigarro de 05 a 10 anos
Tampa de garrafa 15 anos
Madeira pintada 15 anos
Nylon mais de 30 anos
Sacos plásticos de 30 a 40 anos
Lata de conserva 100 anos
Latas de alumínio 200 anos
Plástico 450 anos
Fralda descartável 600 anos
Garrafas de vidro indeterminado
Pneu indeterminado
Garrafas de plástico (pet) tempo indeterminado
Borracha tempo indeterminado
Vidro 1 milhão de anos
Na natureza todas as plantas e animais mortos apodrecem e se decompõe. São destruídos por larvas minhocas, bactérias e fungos, e os elementos químicos que eles contém voltam à terra. Podem ficar no solo, nos mares ou rios e serão usados novamente por plantas e animais. É um processo natural de reutilização de matérias. É um interminável ciclo de morte, decomposição, nova vida e crescimento. A natureza é muito eficiente no tratamento do lixo. Na realidade, não há propriamente lixo, pois ele é novamente usado e se transforma em substâncias reaproveitáveis.
Enquanto a natureza se mostra eficiente em reaproveitamento e reciclagem, os homens o são em produção de lixo.
Os ciclos naturais de decomposição e reciclagem da matéria podem reaproveitar o lixo humano. Contudo, uma grande parte deste lixo sobrecarrega o sistema. O problema se agrava porque muitas das substâncias manufaturadas pelo homem não são biodegradáveis, isto é não se decompõe facilmente. Vidros , latas e alguns plásticos não são biodegradáveis e levam muitos anos para se decompor. Esse lixo pode provocar a poluição.
A reciclagem do lixo assume um papel fundamental na preservação do meio ambiente, pois, além de diminuir a extração de recursos naturais ela também diminui o acúmulo de resíduos nas áreas urbanas. Os benefícios obtidos são enormes para a sociedade, para a economia do país e para a natureza. Embora não seja possível aproveitar todas as embalagens, a tendência é que tal possibilidade se concretize no futuro.
O tratamento do lixo doméstico no Brasil é realmente uma tragédia, 76% dos 70 milhões de quilos produzidos por dia, são lançados a céu aberto, 10% em lixões controlados, 9% para aterros sanitários e apenas 2% é reciclado. A realidade está mudando, hoje as pessoas que pensam um pouco mais neste planeta recorrem a alternativas que podem minimizar esta situação caótica. Pressione as prefeituras para adotarem a coleta seletiva como alternativa.
Reduzir, Reutilizar e Reciclar são as palavras “da hora”.
Os catadores de papel que na maioria das cidades são marginalizados, na verdade contribuem com uma significativa parcela no processo de reciclagem dos materiais descartados nos grandes centros urbanos.

Perigos

Quando não recebe tratamento adequado, constitui um problema sanitário, transmitindo várias doenças como diarréias infecciosas, amebíase, parasitose, servindo ainda como abrigo seguro para ratos, baratas, urubus (que podem derrubar aviões), além de contaminar os lençóis freáticos através do chorume (liquido altamente tóxico que resulta da composição da matéria orgânica associada com os metais pesados)

Estatísticas

O Brasil produz 241.614 toneladas de lixo por dia. 76% são depositados a céu aberto em lixões, 13% são depositados em aterros controlados, 10% são depositados em aterros sanitários, 0,9% são compostados em usinas e 0,1% são incinerados.
É importante salientar que o material orgânico compõe a maior parte do item "outros". Aproximadamente 53% deste total, é de restos de comida desperdiçada.
Fonte: www.vestibular1.com.br
Decomposição do lixo
Papel: 3 a 6 meses
Jornal: 6 meses
Palito de madeira: 6 meses
Toco de cigarro: 20 meses
Nylon: mais de 30 anos
Chicletes: 5 anos
Pedaços de pano: 6 meses a 1 ano
Fralda descartável biodegradável: 1 ano
Fralda descartável comum: 450 anos
Lata e copos de plástico: 50 anos
Lata de aço: 10 anos
Tampas de garrafa: 150 anos
Isopor: 8 anos
Plástico: 100 anos
Garrafa plástica: 400 anos
Pneus: 600 anos
Vidro: 4.000 anos

Tempo de decomposição de resíduos em Oceanos

Papel Toalha: 2 a 4 semanas;
Caixa de Papelão: 2 meses;
Palito de Fósforo: 6 meses;
Restos de Frutas: 1 ano;
Jornal: 6 meses;
Fralda Descartável: 450 anos;
Fralda Descartável Biodegradável; 1 ano;
Lata de Aço: 10 anos;
Lata de Alumínio: não se corrói;
Bituca de Cigarro: 2 anos;
Copo Plástico: 50 anos;
Garrafa Plástica: 400 anos;
Camisinha: 300 anos;
Pedaço de Madeira Pintada: 13 anos;
Bóia de Isopor: 80 anos;
Linha de Nylon: 650 anos;
Vidro: tempo indeterminado;
Lixo radioativo: 250 anos ou mais
Fonte: www.compam.com.br
DECOMPOSIÇÃO DO LIXO

3 meses

A lignina, substância que dá rigidez às células vegetais, é um dos componentes mais importantes do papel. Ela não se decompõe facilmente, pois suas moléculas são maiores do que as bactérias que as destroem. Num lugar úmido, o papel leva três meses para sumir e ainda mais do que isso em local seco. Além disso, um papel absorvente dura vários meses. Jornais podem permanecer intactos por décadas.

6 meses

A deterioração de um fósforo de madeira começa com a invasão da lignina — seu principal ingrediente — por hordas de fungos e insetos xilófagos, os que comem madeira. O processo é lento e, em um ambiente úmido, um fósforo não se destrói até que se passe cerca de seis meses.

6 a 12 meses

Os microorganismos, insetos e outros seres invertebrados geralmente transformam a matéria orgânica de forma eficaz. No entanto, o miolo de uma maçã, que se decompõe em uns seis meses em clima quente, pode conservar-se por um ano num lugar mais ameno. Isso porque o orvalho (e a neve nos países frios) dificulta a proliferação dos micróbios e diminui sua capacidade devoradora.

1 a 2 anos

Um cigarro pode demorar de um a dois anos para se decompor, tempo em que as bactérias e fungos digerem o acetato de celulose existente no filtro. Jogar um cigarro sem filtro no campo é menos nocivo, uma vez que o tabaco e a celulose levam quatro meses para sumir. Contudo, se jogado no asfalto, o tempo de vida da bituca é maior.

5 anos

Um chiclete jogado no chão começa a ser destruído pela luz e pelo oxigênio do ar, que o fazem perder a elasticidade e a viscosidade. Como a goma contém resinas naturais e artificiais, além de açúcar e outros ingredientes, o processo pode durar até cinco anos. A pulverização do chiclete é mais rápida se ele grudar no sapato de algum distraído.

10 anos

Os metais, em princípio, não são biodegradáveis. Uma lata de aço se desintegra em uns dez anos, convertendo-se em óxido de ferro. Em dois verões chuvosos, o oxigênio da água começa a oxidar as latas feitas de aço recoberto de estanho e verniz. Já uma lata de alumínio não se corrói nunca. E boa parte dos refrigerantes é vendida em latas de alumínio.

mais de 100 anos

As boas qualidades do plástico — sua durabilidade e resistência à umidade e aos produtos químicos — impedem sua decomposição. Como esse material existe há apenas um século, não é possível determinar seu grau de biodegradação, mas estima-se que uma garrafa de plástico demoraria centenas de anos para desaparecer.

4000 anos

O vidro não se biodegradará jamais. Sua resistência é tamanha, que arqueólogos encontraram utensílios de vidro do ano de 2000 a.C. Por ser composto de areia, sódio, cal e vários aditivos, os microorganismos não conseguem comê-lo. Um recipiente de vidro demoraria 4.000 anos para se desintegrar pela erosão e ação de agentes químicos.

O que há no lixo

Composição aproximada do lixo recolhido na coleta seletiva da cidade de São Paulo. A coleta seletiva representa 0,8% do total produzido: 12.000 toneladas por dia, o maior volume do País. Desse valor, 87% vai para quatro aterros sanitários da metrópole.
Plástico 7%
Metais 10%
Vidro 13%
Matéria orgânica e resíduos 20%
Papel 50%
Fonte: www.ecolegal.com.br
Decomposição do lixo
Na natureza todas as plantas e animais mortos apodrecem e se decompõe. São destruídos por larvas minhocas, bactérias e fungos, e os elementos químicos que eles contém voltam à terra. Podem ficar no solo, nos mares ou rios e serão usados novamente por plantas e animais. É um processo natural de reutilização de matérias. É um interminável ciclo de morte, decomposição, nova vida e crescimento. A natureza é muito eficiente no tratamento do lixo. Na realidade, não há propriamente lixo, pois ele é novamente usado e se transforma em substâncias reaproveitáveis.
Enquanto a natureza se mostra eficiente em reaproveitamento e reciclagem, os homens o são em produção de lixo.
Os ciclos naturais de decomposição e reciclagem da matéria podem reaproveitar o lixo humano. Contudo, uma grande parte deste lixo sobrecarrega o sistema. O problema se agrava porque muitas das substâncias manufaturadas pelo homem não são biodegradáveis, isto é não se decompõe facilmente. Vidros , latas e alguns plásticos não são biodegradáveis e levam muitos anos para se decompor. Esse lixo pode provocar a poluição.
Lixo Tempo de decomposição
Papel 03 a 06 meses
Pano de 6 meses a 1 ano
Filtro de cigarro 05 anos
Goma de mascar 05 anos
Madeira pintada 13 anos
Nylon mais de 30 anos
Plástico Mais de 100 anos
Metal Mais de 100 anos
Borracha tempo indeterminado
Vidro 1 milhão de anos
A reciclagem do lixo assume um papel fundamental na preservação do meio ambiente, pois, além de diminuir a extração de recursos naturais ela também diminui o acúmulo de resíduos nas áreas urbanas. Os benefícios obtidos são enormes para a sociedade, para a economia do país e para a natureza. Embora não seja possível aproveitar todas as embalagens, a tendência é que tal possibilidade se concretize no futuro.
Fonte: www.ecolegal.com.br

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Série sobre energia Plano de aula 3 - Energia solar

ntrodução
Este plano de aula é o terceiro de uma série de quatro propostas sobre a questão da energia no Brasil e no mundo. Nos planos anteriores (Fontes de energia e Etanol e biodiesel), foram examinados a oferta e o consumo de energia por fonte em diferentes países, a matriz energética nacional, o papel dos combustíveis fósseis e as perspectivas e impasses de fontes que vêm se consolidando nos últimos anos, como o etanol e o biodiesel. Esse último campo é fundamental para se avaliar em que medida e em qual prazo é possível criar alternativas viáveis e sustentáveis, capazes de transformar o quadro de dependência em relação às fontes de origem fóssil e atenuar impactos sociais e ambientais.
Neste plano, vamos examinar o papel da energia solar, suas formas de obtenção, tecnologias e eventuais benefícios, em comparação com as demais fontes. Se necessário, retome com a turma dados e conceitos apresentados nas aulas anteriores.

Objetivos
• Identificar e analisar processos produtivos, o papel e a importância da produção de energia a partir do aproveitamento da energia solar.
• Promover ações na escola e na comunidade que contribuam para economizar energia e evitar usos inadequados e predatórios dos recursos naturais e sociais disponíveis.

Conteúdos específicosEnergia: fontes de energia alternativas ou complementares; energia solar

Ano
1º ao 5º ano

Tempo estimado Três aulas

Desenvolvimento das atividades Primeira aula
Como vem se desenhando a produção de energia a partir da radiação solar - ou energia total incidente - na superfície da Terra? Quais são os desafios e obstáculos para que essa fonte limpa e renovável possa se consolidar? Qual é o estado da arte do aproveitamento da energia solar no Brasil e no mundo? Essas e outras questões podem ser objeto de estudo e tema para estudos e pesquisas, projetos de trabalho e sequências didáticas para as turmas do Ensino Fundamental.
Com as turmas desse segmento, é conveniente retomar noções que permitam compreender as diferenças de disponibilidade de radiação solar nos diversos países, continentes e regiões. Entre eles, estão os movimentos de rotação e translação, a latitude (a posição geográfica de países e regiões no globo terrestre) e a posição no tempo (hora do dia e dia do ano). As condições atmosféricas, casos da nebulosidade e da umidade, também interferem nessa disponibilidade. Converse com os alunos e pergunte o que sabem sobre isso. Se necessário, apresente o esquema a seguir ou faça exercícios utilizando um modelo de globo terrestre e uma lanterna, reproduzindo a incidência dos raios solares sobre a superfície do planeta.

Representação das estações do ano e do movimento da Terra em torno do Sol
Estações do ano
Assinale para a garotada que as variações ocorrem em função da inclinação do eixo imaginário em torno do qual a Terra gira todos os dias (rotação) e da trajetória em torno do Sol (translação). Mostre que há variações em relação à duração solar do dia. A variação é menor, por exemplo, nas regiões equatoriais e durante os equinócios. Por outro lado, as oscilações são maiores nas regiões polares e nos períodos de solstício. No caso do Brasil, a maior parte do território está nas zonas tropicais, de modo que não há grandes alterações na recepção dos raios solares. Entretanto, como se sabe, há concentração urbana e de atividades em regiões mais afastadas da linha do Equador. Segundo o Atlas de Energia Elétrica da Aneel, em Porto Alegre, a mais meridional das capitais brasileiras, a 30º de latitude sul, a duração solar do dia varia até três horas entre junho e dezembro. Peça que registrem as informações e se preparem para um experimento nas aulas seguintes - a construção de um fogão solar.
SISTEMA SOLAR DE AQUECIMENTO DE ÁGUA
Para maximizar o aproveitamento da radiação solar, pode-se ajustar a posição do coletor ou painel solar de acordo com a latitude local e o período do ano em que se requer mais energia. No Hemisfério Sul, por exemplo, um sistema de captação solar fixo deve ser orientado para o Norte, com ângulo de inclinação similar ao da latitude local.
Estações do ano
Segunda e terceira aulas
A título de experiência, os alunos podem construir um fogão solar para aquecer água. Para isso, eles vão precisar construir uma base, que pode ser feita de papelão, no formato de uma antena parabólica. A superfície côncava deve ser recoberta com papel alumínio, que deve ser colado. Sobre ela, pode-se colocar uma pequena tampa de vidro, que servirá de suporte para uma recipiente com água. Ele concentra os raios solares e deverá irradiar de forma concentrada no fundo do recipiente. O fogão deverá ser apoiado em estacas de madeira unidas por um barbante, garantindo que possa ser movimentado de acordo com a posição de recepção dos raios solares. Ele deve ser posicionado perpendicularmente à direção do sol, de preferência em torno do meio-dia, ajustando-se sua posição lateralmente conforme a variação da recepção solar. O sistema pode ser instalado no pátio externo da escola, em local ensolarado e protegido do vento. Outras opções são fogões solares em forma de funil, também recobertos por papel alumínio, apoiados sobre um engradado de plástico ou papelão.

Com o experimento, os estudantes dessa faixa de escolaridade poderão constatar a capacidade que o sistema possui de concentrar e emitir energia na forma de calor. Feita a experiência, peça que registrem e discutam coletivamente os resultados.

Modelo de fogão solar artesanal 
Estações do ano

             Fontes NOVA ESCOLA.

No Cabo (PE), etapa final de sistema de abastecimento é inaugurada

Foi inaugurada, nesta segunda-feira (5), no Cabo de Santo Agostinho, Região Metropolitana do Recife, a última etapa do Sistema Pirapama, obra de R$ 600 milhões que está sendo implantada desde março de 2008. A nova fase pretende acabar o racionamento de água em bairros como Arruda, Campo Grande, Santo Amaro e Bairro do Recife. O governador Eduardo Campos compareceu à solenidade.
Com a operação, o Grande Recife passa a receber 5 mil litros de água por segundo, que é a capacidade máxima do sistema, atendendo cerca de 2 milhões de pessoas. Essa vazão representa 50% de toda a água produzida até então na RMR e beneficia as áreas planas da capital pernambucana, de Jaboatão dos Guararapes e Cabo.

Em relação às áreas ainda não contempladas, o presidente da Compesa, Roberto Tavares, disse que serão investidos R$ 400 milhões até 2014 para se resolver os problemas. “Já existem investimentos para a troca de tubulação e redistribuição da água para que os benefícios de Pirapama não se resumirem a atender as áreas planas da Região Metropolitana, como também os morros da Zona Norte e áreas como o Ibura”, afirma o presidente.
Pirapama é composto por uma barragem com capacidade de acumular 61 milhões de metros cúbicos de água e uma Estação de Tratamento de Água (ETA). Três novos reservatórios foram construídos: Jordão, Cabo de Santo Agostinho e Ponte dos Carvalhos. A duas primeiras etapas do sistema foram inauguradas em 2010.
          Fontes do G1 em PE.
 

sábado, 3 de dezembro de 2011

Maravilhas da Natureza

CONHECENDO UM POUCO DO RIO CAPIBARIBE


O Rio Capibaribe é um dos rios do estado de Pernambuco, no Brasil. Seu nome é originário da língua tupi e significa "na água de capivara", através da junção dos termos kapibara ("capivara"), y ("água") e pe ("em")[1][2][3].

Nasce na Serra de Jacarará, no município de Poção. Antes de desaguar no Oceano Atlântico, passa pelo Centro da cidade do Recife.

Possui 240 quilômetros de extensão e sua bacia, aproximadamente 5 880 quilômetros quadrados. Possui cerca de 74 afluentes e banha 42 municípios pernambucanos, entre eles Toritama, Santa Cruz do Capibaribe, Salgadinho, Limoeiro, Paudalho, São Lourenço da Mata e o Recife.

Seu curso é dividido em três partes: o alto e o médio curso, situados no Polígono das Secas, onde o rio apresenta regime temporário (cheio sazonalmente) e o baixo curso, quando se torna perene, a partir do município de Limoeiro, no agreste do estado.

Divide a área central da cidade do Recife. Atravessa vários de seus bairros: Várzea, Caxangá, Apipucos, Monteiro, Poço da Panela, Santana, Casa Forte, Torre, Capunga, Derby, Madalena. Faz confluência com o Rio Beberibe atrás do Palácio do Campo das Princesas, antes de desaguar no Oceano Atlântico. Seu braço sul passa por Afogados, ilha do Retiro, rumo à ilha Joana Bezerra, juntando-se ao rio Tejipió e chegando à foz no porto do Recife.